NEBLINA

No Porto cedo madrugar

Sem bulício das ruas encontrar

Ensimesmado nos pensamentos

Entrei na neblina sem lamentos!

Pinguinhas de água entre casas

Névoa que lava chão

Coração com asas

Voaria na fraca escuridão!

Libertar azedumes da vida

Na Corujeira tem efeito

Liberta a desgraça padecida

Aliviado fica o peito.

O nevoeiro da apanha da azeitona

Sobe e desce das linhas de água

Ao deixar o sol bater na lona

A fogueira morre numa frágua!

 

 

 

     Porto, 5/6/13                                                                    José Gil

                                       jose.gcmonteiro@gmail.com

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