Carta à Santo António

 

 

Prezado Santo António
 
 
 Escrevo-Te por ser hoje dia 14 de Junho e o Teu dia Santo ter acabado.  Durante o dia festivo  não tive a oportunidade de escrever a preceito.
     Se Lhe dedicava grande afeição, desde a leitura do texto sobre Fernando de Bulhões,  na selecta da Primária, o Taumaturgo, o Pregador, o Doutor da Igreja, canonizado no ano da morte, quando o  visitei no  túmulo em Pádua, deixou-me surpreso de   tanto culto à Sua Santidade. A minha veneração começou …
     Desde menino, senti a força de comunicação dos pregadores sacros, desde o P. Cardoso ao P. Zé de Souto Maior, nos sermões das festas e romarias trasmontanas. Vindo a abraçar a função de  Professor,  aprendi a dialogar e a falar em público, e vim a conhecer  a arte suprema do   pregar de  Santo António.  Em Pádua, ao ver em aberto o caixão mortuário, passados séculos da Sua  morte, e o aparelho fonador  intacto, como as células fossem  de prata, fiquei perplexo!
É um  deslumbramento  ver o  esquife.
Pregar como o Taumaturgo dos Namorados,  mesmo que fosse  para os  peixes, é impossível.
 
Um chi-coração espiritual
 
 
 
                                                                        J. Gil
 
Porto, 14/6/11
 
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